
"Estamos crescendo a metade da América Latina, estamos crescendo menos que o mundo. Estamos vendo a renda voltar a se concentrar nas regiões mais pobres, estamos com problemas no setor elétrico brasileiro, temos problemas no setor de petróleo", vocifera pateticamente Eduardo Campos em total falta de sintonia com a realidade, pois, como foi divulgado recentemente, nenhum país latinoamericano cresceu a taxa alcançada pelo crescimento do PIB brasileiro, em 2013. O que vale para os demais paises do planeta, já que o nosso crescimento só foi superado pelo da China e Coréia do Sul.
Quanto a concentrar renda nas regiões mais pobres, só pauta suas políticas públicas por esse parâmetro o governante que tem compromisso com a sociedade como um todo, o que não parece ser o caso de Dudu, cuja indiscrição talvez seja decorrente de sua entrega excessiva aos folguedos momescos. Tal e qual o apagão vislumbrado, algo mais pessoal, porém, talvez movido por um combustível extra, verbalizado como problema de toda a sociedade brasileira, crise existencial muito frequente durante ressacas. Agravadas, diga-se também, pela arriscada tentativa de mexer com números. Aí o vexame emerge revelador do estado de putrefação etílica a que o indivíduo foi submetido. Justamente quando a Petrobrás atinge recorde histórico de mais de 400 mil barris/dia na sua produção, o que projeta um lucro ainda maior, para este ano, do que o verificado ano passado, 12% acima do verificado em 2012.
Claro que esse porre colossal e a ressaca persistente vão passar e o infeliz vai voltar a ser o que era. A única coisa diferente no futuro, quando ele despir-se totalmente da fantasia, será a constatação de aquele que se revelará ao povo não passa de uma caricatura daquilo que queria parecer antes da folia desnudá-lo. Triste!

Nenhum comentário:
Postar um comentário