Um comentarista cá do blog me lembrou oportuna e sarcasticamente que o povo não ficará ao relento do assistencialismo eleitoreiro, com a decretação da suspensão do ProPa(i)z, pelo ressabiado Simão, pois continuará a funcionar um certo 'Helder nos bairros', versão barbalhista daquela gigantesca esmola pré-campanha eleitoral da qual o povo nunca desconfia e que continua sendo um dos maiores males desses processos viciados que só o TRE não vê.
No caso de Helder, quando era prefeito, não se pode dizer que era alguém assíduo aos bairros que dependiam de seu trabalho para ter melhor qualidade de vida. Logo, essa repentina vontade de ir às ruas não passa de cálculo frio e seguro de quem sabe ser melhor pagar a generosa multa imposta pela justiça, a título de propaganda irregular, mas lançar seu nome bem antes do que a lei permite, contando com a falta de lembrança de seu nome enquanto prefeito mal avaliado pela população.
Lá adiante, quando o debate já estiver acalorado, quase ninguém lembrará que há um vício em sua origem que torna esse processo viciado. Mas aí já será tarde e os efeitos desejados, à margem da lei, repita-se, já terão sido produzidos e seus beneficiários festejarão da mesma forma aquilo que chamam de empatia popular. Lamentável!


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