Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

MDS vai investir quase R$ 1 bilhão em acesso à água no Semiárido

Para consumo das famílias, serão construídas cisternas de placa de cimento, com capacidade para abastecer uma família com cinco pessoas por até 8 meses

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) investirá quase R$ 1 bilhão para financiar a construção de tecnologias sociais de acesso à água na área rural do Semiárido. Por meio de convênios firmados em dezembro, serão entregues mais de 134 mil cisternas de água para consumo e outras 51 mil tecnologias sociais que auxiliam na produção dos agricultores familiares, até o final de 2015.
 Para consumo das famílias, serão construídas cisternas de placa de cimento, com capacidade para abastecer uma família com cinco pessoas por até 8 meses. As tecnologias de apoio à produção agrícola podem ser cisternas do tipo calçadão, de enxurrada, telhadão ou aprisco, além de barragens subterrâneas, barreiros lonados e barreiros trincheira.
A política de cisternas vem contribuindo para modificar a área rural no Semiárido. A água é um instrumento importante porque ela é infraestrutura para qualquer relação de produção num espaço onde se tem pouca pluviometria, como é o caso daquela região, afirma a diretora do Departamento de Fomento e Estruturação da Produção do MDS, Francisca Rocicleide da Silva.
 Realizadas a partir do novo marco legal do Programa Cisternas, estas contratações aumentarão a capacidade operacional e de execução dos recursos. Desde o fim de 2013, foi autorizada a dispensa de licitação para entidades sem fins lucrativos já credenciadas por cinco anos pelo ministério para implantação do programa.
Os convênios foram realizados a partir de projetos e valores por unidade entregue. Além do processo mais simplificado, é possível acompanhar online a execução da entrega das cisternas e, ao mesmo tempo, localizá-las por meio de uma ferramenta de georreferenciamento na internet.
Com o novo marco legal e com esse montante de investimentos, aumentamos a abrangência do atendimento, o que permite que mais famílias tenham acesso à água, e damos um passo para uma transição: estamos buscando a universalização das cisternas e ampliando consideravelmente a ação de construção de tecnologias de apoio à produção agrícola, explica o coordenador-geral de Acesso à Água do MDS, Igor Arsky.
(Ascom/Consea)

2 comentários:

rodrigo venades disse...

Os tucanos que me perdoem, mais nosso pais não precisa abrir um novo ciclo, precisamos continuar avançando a política do goverrno Dilma, retroceder pode ser nocivo para nos da classe C, concordo que precisamos avancar em algumas areas como a saúde, mais as classes menos favorecidas já sentem um alívio, conseguem enxergar a luz no fim do tunel, o governo federal tem investido muito em projetos para dar dignidade de vida as classes que vivem a margem social, nos que somos do povo podemos falar como e quanto evoluimos financeiramente na ultima decada, por isso nao temos medo de afirmar que nao queremos iniciar um novo ciclo, queremos continuar!

rodrigo venades disse...

Os tucanos que me perdoem, mais nosso pais não precisa abrir um novo ciclo, precisamos continuar avançando a política do goverrno Dilma, retroceder pode ser nocivo para nos da classe C, concordo que precisamos avancar em algumas areas como a saúde, mais as classes menos favorecidas já sentem um alívio, conseguem enxergar a luz no fim do tunel, o governo federal tem investido muito em projetos para dar dignidade de vida as classes que vivem a margem social, nos que somos do povo podemos falar como e quanto evoluimos financeiramente na ultima decada, por isso nao temos medo de afirmar que nao queremos iniciar um novo ciclo, queremos continuar!