Marin concordou com o empréstimo.
Após a combinação, a Portuguesa recebeu da CBF, por e-mail, dois documentos: um sobre o empréstimo de R$ 4 milhões, para ser pago em dez parcelas de R$ 400 mil, com um ano de carência, e outro reconhecendo a decisão do STJD sobre o caso Héverton.
Nele a Portuguesa abriria mão do benefício que qualquer decisão da Justiça comum poderia lhe proporcionar.
A chegada dos documentos causou uma divergência no Canindé. Parte dos dirigentes recusou, parte não se posicionou e parte quer levar o assunto ao Conselho Deliberativo, fazendo uma discussão pública. Lico disse a correligionários que não irá aceitar." (Lance/Análise de Conjuntura)
Bem, o nome certo disso não é bem empréstimo, mas suborno. A CBF ofereceu propina à direção da Portuguesa de Desportos para que esta abra mão dos direitos que conquistou dentro do gramado de jogo, o de fazer parte dos vinte clubes que disputam a série A do Campeonato Brasileiro, em troca desses R4 milhões doados não a um filiado da entidade pra saldar dívidas, aliás, a Lusa esteve a ponto de perder jogos por WO porque seus jogadores ameaçavam não jogar enquanto estivessem com seus salários atrasados.
No entanto, contornado o problema interno, o time entrou em campo e garantiu lá sua permanência na Primeirona, conquista essa que a direção da CBF e o tribunalzão mafioso do futebol brasileiro querem surrupiar e dar de mão beijada ao aristocrático Fluminense. É mais um caso em que o corruptor, em plena luz do dia, delinque acintosamente e não aparece ninguém para denunciá-lo perante os tribunais do país. Por que?

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