Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

sábado, 25 de janeiro de 2014

A paralisia do consulado lorotocrático

Depois de paralisar administrativamente o estado com sua inoperância, Simão Lorota agora tende a paralisá-lo politicamente com seu titubeio em definir que futuro traça pra sua carreira, se será candidato à reeleição, se disputará o Senado Federal(pouco provável), se abandonará a vida pública trabalhando apenas para eleger a filha deputada federal apostando que ela venha a transformar-se na liderança que o seu partido carece aqui no Pará desde que Almir Gabriel abandonou o ninho tucano.
Simão certamente leva em consideração a perspectiva sombria a respeito do desempenho do candidato tucano à sucessão presidencial, correndo o risco o partido fique fora do segundo turno, algo inédito desde a sua fundação, além da possibilidade de perda do governo de São Paulo, também algo nunca antes acontecido com o PSDB. Claro que os reflexos desses reveses anunciados refletirão no desempenho cá no norte, fazendo definhar um partido que inflou graças à sua proximidade com o poder.
Evidentemente que a primeira lição que se tira dessa conjuntura é que Jatene não é o comandante adequado pra enfrentar uma tormenta política desse porte. A montagem de seu staff governista traduz bem essa falta de know-how, que contribuiu significativamente para ele fosse à bancarrota político/administrativa já citada. Fora as escolhas equivocadas dos aliados preferenciais, passou mais de um ano dando cabeçadas na eficiência que uma responsabilidade dessas exige. Nomeou secretários para secretarias ainda nem criadas; deu posse a interinos à espera da decisão do convidado para ser titular do posto; criou secretaria para desempenhar um papel para o qual já existia há muito tempo um outro orgão, enfim, foram tantas as trapalhadas que a Lei de Murphy baixou draconiana sobre o governo punindo-o severamente.
Diante de tudo isso só dá pra afirmar que dias ainda piores fatalmente virão, restando saber qual o tamanho do estrago a ser feito. Aqui e alhures.

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