Segundo a juiza Ezilda Pastana, "A justiça vai ficando a desejar, eu vejo assim, como uma desmoralização, como se tivéssemos medo de tomar decisão." Reportava-se ao pedido de vista do juiz Rubens Leão, flagrantemente feito para protelar a inevitável cassação do mandato do cleptoalcaide D. Costa, hoje já considerado o pior de nossa história, apenas tolerado por ter evitado a continuidade petista e reativado o velho balcão de negócios que submete a coisa pública a interesses particulares inconfessáveis.
Diante disso, não há que se falar em medo. Mas, em dissimulação diante de inúmeras fotos de ônibus que transportavam ilegalmente as pessoas da periferia ao centro da cidade e centenas de fotos de placas contendo auto promoção do prefeito. Há que se falar em coragem, de colocar-se contra os flagrantes fatos de cometimento de delitos, por parte do prefeito, encenando a postura do julgador judicioso que age com serenidade. Há que se falar em afronta ao povo da cidade, principalmente as famílias humildes que perderam entes queridos nos PSMs, vítimas dessa incúria administrativa salvaguardada por essa insólita "serenidade".
De resto, que a dra. Eliana Calmon continue falando aquilo que pensamos, bem como tenha exito na missão a que se propos. É o que espera toda a sociedade brasileira, particularmente, nesse caso, o povo de Belém.

3 comentários:
Nunca esperei algo de bom de algum Mutran na vida, mas me penitencio pelo preconceito. Parabéns à juiza Ezilda Mutran!
Ei psiu psiu
Por gentileza informe endereço e marca de vinho de sua preferencia, sera mandado em anonimato não por falta de educação e sim para não haver devolução!
Na Ilharga, quando a Senhora Eliana Calmon deu aquela declaração de que havia Bandidos de Toga, a lição foi aprendida pela Juiza Ezilda Pastana. E, na primeira oportunidade, ela do alto de sua coerência, bradou em outras palavras a mesma coisa. É por esta razão que ela merece nossos aplausos, e desejamos que seus pares também a sigam em seus votos futuros. Chega de impunidade. Ressalto ainda que,as mulheres realmente são as aquelas que constroem a paz, pois sem justiça, a paz não existe. É bíblico. Parabéns à Juiza Ezilda por sua coragem.
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