Hoje é o casamento de um professor universitário, ex-reitor, deputado e secretário de estado com uma jovem de classe média. Apesar disso, diante de tudo que está listado como parte da cerimônia, constatamos que é coisa de casamento de novela. Doces importados de São Paulo, atrações artísticas de fama internacional, lustres importados do leste europeu, enfim, pompa só permitida às circunstâncias daquela parcela privilegiada da sociedade desde o berço, como se costuma falar, embora não pareça ser o caso.
Depois, virá o aniversário da filha de um político que foi isso a vida toda. Ocupante de cargos públicos, embora seja bacharel em Direito. Ou, advogado e hoje seja bem mais que um ocupante de cargos públicos. Ou seja, o que é hoje é porque exerceu de forma suis generis tais cargos públicos, nem sempre mantendo a distância correta os limites entre o público e o privado. Quando assumiu a Câmara dos Vereadores, ainda lá pelos idos dos anos sessenta, sua declaração de bens era uma ínfima parte da que apresenta hoje, depois de ter sido deputado, senador, governador e ministro.
Nota-se que, como no caso do casamento citado, há também a pretensão de fazer a festa como se o Hangar fosse um castelo e os convidados a nobreza dessa Corte, inclusive com as referências devidas, o mesmo valendo às ressalvas que evitem fazer pairar sobre o ambiente o fantasma da invenção sinistra de Jean Guillotin(felizmente).
Após isso, tanto o noivo quanto o pai da aniversariante continuarão fornecendo diagnósticos de como combater as desigualdades que nos fazem ser um dos estados com a população mais pobre do Brasil. E nós temos que admitir que, se por um lado podemos divergir dos diagnósticos apresentados por ambos, por outro, não podemos fechar os olhos para suas lições práticas. Até o ponto de exigirmos nossos brioches. É isso!

8 comentários:
Com toda a certeza este ex-reitor não imaginaria ser um astro da abissal desigualdade porque passa o seu estado do Pará em uma luta insana de divisão de pobrezas. É um ostentação como diz a biblia: "Vaidade de vaidade, tudo é vaidade". E a vaidade não tem parte no reino do maior Homem que passou nesta terra. Lamentável essa situação de entes públicos que se vangloriam diante da pobreza. Na hora das eleições esqueçam políticos dessa natureza.
Jovem de classe média? Nem uma coisa nem outra! A noiva, como diria o grande cronista de assuntos fétidos, Augusto Barata, já é uma senhora "outonal", inclusive avó e tampouco de classe média, na verdade como diria o mesmo Barata, ela saiu da TF, mas a TF não saiu dela. Daí talvez a explicação para tanto deslumbramento.
Essa dupla conta com o apoio do governador que até por justiça deveria ser padrinho de honra do casal.A pergunta que fica é esse fausto é compatível com os salários dos noivos? Eis aí uma boa razão para a malha fina da Receita Federal.Recurso lícito cada um gasta como quer,a ostentação de outro vale investigar.
O Barba tu acha que vai dar certo , o cara um tralhoto careca e gordo , a cara ainda quase metade uma pirua velha e dura!
Que cruzamento se o resultado (caso aja) for masculino perualhoto se feminino tralhotura , mermão é uma verdadeira suruba genetica misturar escama com pena!
Eu não irei a esse ajuntamento homologado mais mandei um presente para o casal, duas camisetas e duas passagens de ida para eles andarem de barbatana e asa dadas na cidade de Al Sanamein usando as camiseta personalizada com os singelos elogios “ I LOVE BASHAR AL ASSAD”
Professor Pardal
Enquanto as escolas do estado são uma vergonha nacional e os pobres professores do estado penam por não terem o piso salarial nacional,essa parceria afetivo/financeira afronta com o luxo acima de seus salários .Jatene apoia,nós aguardamos próxima eleição .
graças a deus apartir de hoje eu ja posso lhe chamar de corno
Não esqueçam que o Pinto que vocês atacam foi ícone do PT. Eu não esqueci.
Tolice! Não foi ícone coisa nenhuma. Mal passou uma chuva que não deu nem pra gravar sua fisionomia, quanto mais compor o "altar".
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