Era bom que a SEEL, ou quem de direito, esclarecesse quanto custou esse aluguel para medir o tamanho do prejuízo, certamente bancado pelo bolso do contribuinte paraense, já que a arrecadação líquida, deduzidas apenas despesas como passagens e hospedagens das duas delegações, arbitragem e mais dois ou três itens, foi toda embolsada pela CBF. E, diante disso e com base no Estatuto de Defesa do Consumidor, exigir ressarcimento da empresa que vendeu os placares ao governo paraense.
Infelizmente, o que fica disso tudo é uma atitude de profundo desrespeito com o torcedor paraense, que pagará caro para assistir o jogo em um gramado em condições precárias, bem como será impedido de acompanhar informações a respeito do que se passa no mundo dos esportes fora do estádio, um hábito de décadas que sempre fez parte da vida do torcedor. Lamentável!

3 comentários:
Muito triste esse despreso pelas pessoas que engrossam e decide a vida economica dessses e outrso estadios..
* Creio que o povo mais apaixonado por futebol seja os paraense...*
Sou sudeste percebo que aqui o que há e um febre generalizado ..por este esporte...muiot lindo...
Maria....
Esse valor pago pelo aluguel, provavelmente deve ter beneficiado alguém chegado à tucanalha. Ainda terá mais, pois segundo se ouve,os comprados não cabem nos locais de onde foram retirados os anteriores e serão necessárias obras de engenharia para recebê-los. Com certeza o serviço deverá ser executado, também, por alguém mais chegado. Haja dinheiro público para beneficiar amigos!
Onde a Tucanalha, sapecou dois milhões e meio de Reais, gastos, na pseuda pintura do Mangueirão;
Ronildo Cesar
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