Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Que desembarque?

A respeito do desembarque de parte do PR da Coligação Acelera Pará, é pouco provável que isso tenha ocorrido por um motivo bem simples. Não há quem possa afirmar que houve um embarque maciço da legenda do candidato a vice. Basta seguirmos o óbvio para constatar tal fato.
Por exemplo, um dos candidatos que mais exibe propaganda na Região Metropolitana de Belém, de nome Claudionor, não tem um panfletinho sequer que faça alusão à coligação da qual sua legenda faz parte; a candidata Gisela, cria do deputado tucano Manoel Pioneiro segue a mesma linha. Será que a ingenuidade é tão tolerante que aceita a livre opção do eleitor como explicação de todos esses casos?

3 comentários:

Anônimo disse...

Tô sabendo que o filho do vice da Ana Júlia (Anivaldo), prefeito de Viseu, fez uma excelente mobilização em favor da coligação Acelera Pará, no último sábado, em Viseu. Oportunistas, existem em todos os partidos. Tem muito carro com desivo do Beto Faro somente com Jader. Outros, dele com Jatene. Creio que boa parte do PR está com Ana Júlia desde o início. Outros não. Essa gente não tem compromisso partidário. Partido é apenas uma legenda para disputar cargos. Só os partidos de esquerda têm tradição de compromisso partidário.

Anônimo disse...

Jorjão,

Essa falta de unidade no PR é comprensível, como Anônimo das 16h2 assinala. É o retrato da fragilidade dospartidos políticos,facilitada pelo sitema atual. O governo perdeu a chance de fazer uma reforma política profunda e honesta nesses oito anos do presidente Lula. Assim como não conseguiu fazer umareforma tributária satisfatória - fez um arremedo, deformado ainda mais pelo Congresso. Por outro lado, mostra que Anivaldo Vale, vice na chapa de Ana Júlia não tem a liderança que se imagina. Vê se no PMDB algum candidato é capaz de mijar fora do caco... Dom Corleones arrancaria-lhe as tripas e os culhões de uma zunhada só. A bem da verdade, o ganho do PT com o PR é bem pequeno, mas não desprezível. O que encuca muita gente é como a governadora, reeleita, vai lidar com um vice ideologicamente tão diferente, tão diverso e, certamente, contrário à doutrina política do PT. Não é, por exemplo, o caso do atual vice, Odair Corrêa, candidato a deputadofederal. Ele era do PSB quando foi convidado para ser o vice, uma vez que Ademir Andrade, dono do partido, nãoacreditava navitória de Ana Júlia. SE acreditasse, seria ele o vice e, aí assim, AnaJúlia teria sérios problemas. Mas Odair revelou um aliado fiel e disciplinado, côncio do seu papel no governo. Defendeu a governadora em todos os momentos e quando assumiu o governo, substituindo-a por estar ausente do Esatado ou dompaís, o fez com uma discrição típica do bom caráter. E olhe, amigo, que a o subproduto da governadora várias vezes tentou azedar a relação de ambos. Ao contrário de Valéria Vinagre, vice de Jatene, Odair passou o governo com um orçamento apertado e nem assim esperneou. Tenho absolutacerteza que, reeleita, como todo bom paraense espera, Ana Júlia vai sentir tremenda falta de Odair, que deverá estar em Brasília,retomando teses antigas que o tornaram conhecido sobretudo no Oeste do Pará. Caso Ana tivesse mantido-o como vice de sua chapa, certamente teria feito melhor negócio, tanto porque Anivaldo é uma incognita com relação à fidelidade, quanto pelo fato de Odair estar, agora no PDT, um partido de mais tradição esquerdista, apesar de ser dirigido por Giovani Queirós, cujo compromisso com os movimentos sociais e nulo. Mesmo assim, a governadora tem sido promovida, enaltecida e defendida por Odair em seus comícios.

Anônimo disse...

Jorjão,

Essa falta de unidade no PR é comprensível, como Anônimo das 16h2 assinala. É o retrato da fragilidade dospartidos políticos,facilitada pelo sitema atual. O governo perdeu a chance de fazer uma reforma política profunda e honesta nesses oito anos do presidente Lula. Assim como não conseguiu fazer umareforma tributária satisfatória - fez um arremedo, deformado ainda mais pelo Congresso. Por outro lado, mostra que Anivaldo Vale, vice na chapa de Ana Júlia não tem a liderança que se imagina. Vê se no PMDB algum candidato é capaz de mijar fora do caco... Dom Corleones arrancaria-lhe as tripas e os culhões de uma zunhada só. A bem da verdade, o ganho do PT com o PR é bem pequeno, mas não desprezível. O que encuca muita gente é como a governadora, reeleita, vai lidar com um vice ideologicamente tão diferente, tão diverso e, certamente, contrário à doutrina política do PT. Não é, por exemplo, o caso do atual vice, Odair Corrêa, candidato a deputadofederal. Ele era do PSB quando foi convidado para ser o vice, uma vez que Ademir Andrade, dono do partido, nãoacreditava navitória de Ana Júlia. SE acreditasse, seria ele o vice e, aí assim, AnaJúlia teria sérios problemas. Mas Odair revelou um aliado fiel e disciplinado, côncio do seu papel no governo. Defendeu a governadora em todos os momentos e quando assumiu o governo, substituindo-a por estar ausente do Esatado ou dompaís, o fez com uma discrição típica do bom caráter. E olhe, amigo, que a o subproduto da governadora várias vezes tentou azedar a relação de ambos. Ao contrário de Valéria Vinagre, vice de Jatene, Odair passou o governo com um orçamento apertado e nem assim esperneou. Tenho absolutacerteza que, reeleita, como todo bom paraense espera, Ana Júlia vai sentir tremenda falta de Odair, que deverá estar em Brasília,retomando teses antigas que o tornaram conhecido sobretudo no Oeste do Pará. Caso Ana tivesse mantido-o como vice de sua chapa, certamente teria feito melhor negócio, tanto porque Anivaldo é uma incognita com relação à fidelidade, quanto pelo fato de Odair estar, agora no PDT, um partido de mais tradição esquerdista, apesar de ser dirigido por Giovani Queirós, cujo compromisso com os movimentos sociais e nulo. Mesmo assim, a governadora tem sido promovida, enaltecida e defendida por Odair em seus comícios.