No Haiti, segundo dizem, é proibido realizar um enterro saindo em linha reta do velório até o cemitério.
No trajeto, vários zigues-zagues devem ser feitos a fim de despistar a aquela alma para que não volte a assombrar os que ficaram.
Se esse costume, baseado na mesma crença, pega por aqui há defuntos que deveriam fazer trajetos dignos das viagens do viajante Marco Polo.
De tão nefasta à humanidade, há gente que, por exemplo, se morresse no Rio de Janeiro deveria ter seu caixão passeando até a fronteira do Espírito Santo.
E esses cuidados deveriam ser extensivos ainda em vida, ao impedirem-no que ocupem quaisquer ofícios onde possam decidir a respeito de algo que afeta a vida social. Assim, nem precisariam 'passear' tanto dentro do caixão Que tal?

Nenhum comentário:
Postar um comentário