Endinheirados da política paraense, particularmente aqueles de Belém que sempre foram bem votados no bairro do Jurunas, arrematem a sede do Rancho, que vai à leilão na próxima segunda feira.
Em seguida, doem o imóvel à escola e se responsabilizem por sua manutenção, contra péssimos presidentes da agremiação, afinal, estamos falando da mais antiga escola de samba do Pará, bem como detentora de mais títulos.
Tanto se fala na necessidade de zelar por nossa cultura, de amor por nossa memória, a manutenção de nossas tradições, então, àqueles que têm poder pede-se que não façam com a sede do Rancho o mesmo que fizeram com o Teatro São Cristovão.
De efemérides a nossa cultura está farta. Elas não são suficientes para que superemos a maldição da pecha de 'terra do já teve'. É hora de ação e algo precisa ser feito para esse resgate tão significativo, certamente o velho Manito, Chembra, Osvaldo Garcia, dentre tantos outros ranchistas que marcaram época, de onde estiverem, agradecerão.

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