Depois dos episódios envolvendo capos do conluio União Brasil/ PP com a arapuca Master e o devedor contumaz Refit, pintou nessa federação o clima de últimos dias de Pompéia.
Em um terço dos estados pipocam brigas lá e acolá pelo controle da sigla, diante da indefinição de quem comandará esse ajuntamento em um ano de eleição, ainda mais sob o dever de fazer oposição a Lula.
No Nordeste esse discurso do contra tende ao fracasso, até mesmo porque dez, entre dez parlamentares, dessa federação posam de aliados de governadores nordestinos predominantemente petistas; no limite há o risco de debandada enquanto é legalmente possível.
Como no Norte a situação é semelhante ao Nordeste, sendo Lula muito forte por lá, eis que o presidente do Congresso Nacional Davi Alcolumbre resolveu dar carteirada política, passando por cima dos chefões Ciro Nogueira e Antônio Rueda, usando seu posto para tomar de assalto parte dos cargos que estão sob controle do ajuntamento.
Assim, entre fugas, antifugas, chantagens, encenações, choro, murros na mesa e outras coisas é certo que essa estrutura fisio/ partidária deve definhar, simplesmente como já ocorreu em outras ocasiões; quem não lembra do 'maior partido do ocidente', que de tão gordo já não andava, de sua costela surgindo o PFL, que virou Democratas, que virou União Brasil e juntou-se ao PP, outrora PDS, o tal maior partido do ocidente. É muita farsa repetida!

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