Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

domingo, 26 de junho de 2016

Senadora pemedebista confessa: pedalada é conversa fiada

Depois d confissão do Michel Temer, ao afirmar à imprensa internacional que tirou o avião da Força Aérea Brasileira (FAB) da presidente  Dilma para impedir que ela denunciasse o golpe pelo país, agora, a líder do Temer no Congresso Nacional, senadora Rose de Freitas (PMDB), admite que não houve pedaladas fiscais e que o motivo do impeachment é outro.
 “Porque o governo saiu? Na minha tese, não teve esse negócio de pedalada. Eu estudo isso, faço parte da Comissão de Orçamento. O que teve foi um país paralisado, sem direção e sem base nenhuma para administrar. A população não queria mais e o Congresso não dava a ela os votos necessários para tocar nenhuma matéria. E o país não podia ficar parado”, afirmou em entrevista à  rádio Itatiaia, segundo notícia publicada na Folha.
  Sobre os escândalos que já afastaram três ministros escolhidos por Temer, a senadora disse:.

“Eu como presidente não levaria ninguém (para o governo) que tivesse qualquer processo, ainda que a pessoa fosse inocente, eu esperaria o tempo para ela provar sua inocência para depois voltar ou ser nomeada. Mas ele tinha mais proximidade e conhecia melhor essas pessoas do que eu. Portanto, acho que não comprometerá o presidente se ele estiver trabalhando com a folha corrida limpa e estiver disposto a ajudar o Brasil”, disse a senadora anti-Dilma.
(Os Amigos do Presidente Lula)

Um comentário:

Gustavo Horta disse...

SERIA UM GOLPE? É SIM, É UM GOLPE DE ESTADO
>> https://gustavohorta.wordpress.com/2016/03/30/seria-um-golpe-e-sim-e-um-golpe-de-estado/


"...Houve em 2014 uma eleição totalmente protegida pelas leis constitucionais e pela legislação eleitoral em vigor. Estas eleições, ainda que disputadas de forma acirrada, tendo uma campanha eleitoral recheada de mentiras e ‘maracutaias’, com diversas ocorrências que, no mínimo, podem ser consideradas sob suspeição, como o “acidente” aéreo que matou um dos candidatos, aeroportos construídos de forma suspeita, helicópteros carregados de pasta base de cocaína (nunca investigados), crise hídrica em um certo estado da União, etc., apresentou um resultado consistente com a vontade popular. Houve um candidato eleito no segundo turno, a presidente Dilma Rousseff, que obteve a maioria dos votos, algo acima de 54,5 milhões de votos, ainda que um de seus adversários, sem reconhecer a derrota, já no dia seguinte, tenha pedido mais de uma recontagem de votos que, diga-se de passagem, confirmaram os resultados originais. Começava aí o processo golpista de sabotagem. ..."