Jorge Paz Amorim

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Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

terça-feira, 17 de maio de 2016

BRUNA LOMBARDI É A QUARTA MULHER A DIZER NÃO A TEMER

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Antes dela, outras três mulheres recusaram o convite para assumir a Secretaria Nacional da Cultura; a primeira a negar foi a jornalista Marília Gabriela, que não se manifestou sobre seus motivos; em seguida, a antropóloga Cláudia Leitão postou um "sonoro NÃO" a Temer; depois foi a vez da consultora Elaine Costa, que também apontou razões políticas e disse que "não trabalha para governos golpistas"; Bruna Lombardi foi mais diplomática; "Fiquei agradecida pelo convite, mas não tenho pretensões políticas e estou totalmente envolvida com meus projetos profissionais", disse; crise de Temer na Cultura atinge grandes proporções e vários espaços, como as sedes da Funarte, estão ocupados

247 - A atriz Bruna Lombardi foi a quarta mulher a recusar o convite para assumir a Secretaria Nacional de Cultura, do governo de Michel Temer. Ela foi sondada pela senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) para o cargo.

"Fiquei agradecida pelo convite, mas não tenho pretensões políticas e estou totalmente envolvida com meus projetos profissionais", afirmou Lombardi.

Além dela, outras duas mulheres reconhecidas no meio cultural usaram as redes sociais para dizer que recusaram enfaticamente sondagens para assumir a secretaria.

Ex-secretária nacional de Economia Criativa da Cultura, a antropóloga Cláudia Leitão (CE) publicou texto afirmando que respondeu com um "sonoro não" ao contato de aliados de Temer para comandar a secretaria.

Cláudia foi secretária de Cultura do Ceará na gestão de Lúcio Alcântara (2003-2007), quando o político ainda estava no PSDB. Ela também atuou no agora extinto ministério durante a gestão de Ana de Hollanda, de 2011 a 2013, no primeiro governo de Dilma Rousseff.

Já Eliane Costa, que é consultora de projetos culturais e coordenadora de curso de pós-graduação da Fundação Getúlio Vargas, escreveu ter sido sondada, mas, segundo ela, respondeu que não trabalha para "governo golpista" e que não será "coveira do MinC".

A primeira convidada para o cargo foi a jornalista e apresentadora Marília Gabriela, que não aceitou o convite, que chegou a ela também via Marta Suplicy.

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