

À frente de um governo que, em nove meses, pariu quintuplas desgraças(colônia penal, santa casa,pccr, recorde de assaltos a bancos, abandono de obras importantes; além do apadrinhamento da roubalheira da Alepa, ao esquivar-se da responsabilidade da instalação de uma CPI), Lorota resolveu engrossar o coro direitoso que reclama contra uma suposta excessiva centralização de recursos nas mãos da União, tornando ao discurso velhaco da discriminação contra o Pará, feito à exaustão no seu primeiro governo e que não guarda qualquer relação com a realidade política do país, apenas é usado para ocultar sua tão conhecida inapetência para o trabalho.
Seu alvo agora é o Novo Simples Nacional, criado para atrair à formalidade milhões de microempreendedores que trabalham na ilegalidade. O argumento usado pelo Secretário da Fazenda do Estado do Pará é que as renúncias a que o estado está obrigado a submeter-se trarão perda de receita. Por definição, esses mecanismos são considerados eficientes, pois, essa perda de receita é compensada com a entrada de novos atores econômicos no mercado, logo, é bastante plausível a perspectiva dessa perda inicial ser mitigada com a abertura de novas empresas e geração de mais postos de trabalho.
Infelizmente, não é essa a prioridade do atual governador. Sua postura é uma vergonhosa profissão de fé no parasitismo, bem resumido na fala de seu secretário ao clamar por mais recompensas por "outras fontes de recursos que possam repor as perdas". Ou seja, dane-se o aquecimento da economia. Pra que trabalhar, se podemos mendigar frquentemente à União por recursos que sustentem minha entourage parasita?
Esse parece ser o cerne do modo de governar de Simão Lorota. O mais espantoso é constatar-se que ele conseguiu inverter até a concepção marxiana, exposta no 18 do Brumário, a respeito da tentativa de golpistas quando cercam o poder. Primeiro apresentou-se como a farsa do poste transformado em demiurgo escolhido para dar continuidade ao tormento que já durava oito anos; e agora é a tragédia que veio trazer de volta aquele pesadelo que todos julgavam definitivamente afastado do sono coletivo. Realmente espantoso!
Seu alvo agora é o Novo Simples Nacional, criado para atrair à formalidade milhões de microempreendedores que trabalham na ilegalidade. O argumento usado pelo Secretário da Fazenda do Estado do Pará é que as renúncias a que o estado está obrigado a submeter-se trarão perda de receita. Por definição, esses mecanismos são considerados eficientes, pois, essa perda de receita é compensada com a entrada de novos atores econômicos no mercado, logo, é bastante plausível a perspectiva dessa perda inicial ser mitigada com a abertura de novas empresas e geração de mais postos de trabalho.
Infelizmente, não é essa a prioridade do atual governador. Sua postura é uma vergonhosa profissão de fé no parasitismo, bem resumido na fala de seu secretário ao clamar por mais recompensas por "outras fontes de recursos que possam repor as perdas". Ou seja, dane-se o aquecimento da economia. Pra que trabalhar, se podemos mendigar frquentemente à União por recursos que sustentem minha entourage parasita?
Esse parece ser o cerne do modo de governar de Simão Lorota. O mais espantoso é constatar-se que ele conseguiu inverter até a concepção marxiana, exposta no 18 do Brumário, a respeito da tentativa de golpistas quando cercam o poder. Primeiro apresentou-se como a farsa do poste transformado em demiurgo escolhido para dar continuidade ao tormento que já durava oito anos; e agora é a tragédia que veio trazer de volta aquele pesadelo que todos julgavam definitivamente afastado do sono coletivo. Realmente espantoso!

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